- sábado, outubro 31, 2015
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O grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, uma vez escreveu poema sobre a bunda, que dizia:
A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica
Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora - murmura a bunda - esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.
A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.
A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.
Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda,
redunda.
- sábado, outubro 24, 2015
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Nos anos 70, apareceram várias comunidades hippies nos Estados Unidos, muitos jovens se juntavam em fazendas, construindo cabanas para viverem.
Eles procuravam na terra, amor mútuo, renascimento espiritual e um trabalho significativo. Criar os filhos entre flores e o vento nos cabelos, fugindo da violência, crime e miséria das cidades.
Algumas comunidades liberavam consumo de drogas e poligamia, mas depois de muitas confusões, passaram a proibir as drogas , passando a viver a vida com liberdade, mas com uma pitada de "caretice".
Via: Life
- sábado, outubro 24, 2015
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